Para quem tiver interesse em saber o que virou a região onde os Tornados estavam previstos para aqueles dias, seguem abaixo 2 links (uma matéria e uma foto).
Escolha a penúltima foto - No. 30 :
Matéria - Tornado
Imagens do dia - Álbum de Fotos - UOL Notícias
11.4.09
7.4.09
Nosso astral, naquelas condições, não estava bom.
Percebemos que estávamos derivando do planejado para os próximos dias.
Lembramos também que não conseguimos fotografar quase nada durante essa perna da viagem, pois nossa preocupação era simplesmente superar os ventos e chegar em algum lugar.
Enquanto comia algo, mencionei para a Paula que estava sentindo que havia ignorado um assunto sério: os Tornados.
Seguimos comendo nossos lanches em silêncio, até que um Senhor que trabalhava na lanchonete disse num inglês dificil de se entender :
- Vai ficar pior. Isso é só o começo.
Olhamos um para o outro, sem dizer nada.
Após alguns segundos, levantei-me, fui até a moto e peguei o laptop.
Voltei para a lanchonete, arrumei uma conexão com a Internet e comecei a trabalhar em 2 tópicos.
Primeiro: dar uma analisada na Temporada de Tornados.
Segundo: revisar previsões do tempo e, mais precisamente, previsão dos ventos para os próximos dias.
Com relação à Temporada de Tornados, estávamos, literalmente, no meio dela. Marquei o assunto para depois, com mais calma, voltar e estudá-lo em detalhes.
Com relação às previsões, o Senhor da lanchonete estava correto: os ventos iam piorar até aparecerem tornados, dentro de 2 ou 3 dias, exatamente naquela região do estado de Arkansas.
Em seguida, analisamos nossa rota planejada para os próximos dias.
Resumindo: as próximas pernas eram mais para o sul. Ou seja, além de mudar um pouco a posição para atacar os ventos (agora um pouco mais pelas costas), estaríamos também fugindo da região dos Tornados.
Resolvemos que valia a pena prosseguir ainda durante aquele dia mais para o sul.
Talvez, até a divisa com o estado do Texas.
Assim, terminamos nosso descanso, conversamos um pouquinho meio que dando força um ao outro e começamos a arrumar a Dedete para enfrentarmos mais um pouco de "trancos e barrancos" (de preferência, só os trancos).
O Senhor da lanchonete, vendo nossa determinação, passou perto de nós e disse :
- Casal corajoso. Mas, vocês estão certos. Sumam daqui.
E, assim, lá fomos nós rumo sudoeste, a caminho do Texas.
Imaginamos seguir por umas 100 milhas e, no dia seguinte, tentar mergulhar mais ainda para o sul do país.
Nossa decisão se mostrou boa.
Os ventos agora nos pegavam mais pelas costas (vento em popa) e afetavam menos a estabilidade na moto.
A Dedete se mostrava razoavelmente estável, mesmo naquelas condições.
Assim, cuidadosamente, conseguimos vencer 140 milhas até a cidade de Texarkana, divisa com o Texas.
Encontramos um hotelzinho na beira da estrada.
Banho, uma saladinha e sono.
Antes de dormir, disse baixinho para a Paula :
- Linda, falhei. Me preocupei com tantas coisas e não dei a devida atenção ao nosso velho conhecido vento, aliado em tantas travessias.
Interessante como , às vezes, só às vezes, nos esquecemos de valorizar o que está bem próximo a nós e só nos preocupamos com o desconhecido.
Percebemos que estávamos derivando do planejado para os próximos dias.
Lembramos também que não conseguimos fotografar quase nada durante essa perna da viagem, pois nossa preocupação era simplesmente superar os ventos e chegar em algum lugar.
Enquanto comia algo, mencionei para a Paula que estava sentindo que havia ignorado um assunto sério: os Tornados.
Seguimos comendo nossos lanches em silêncio, até que um Senhor que trabalhava na lanchonete disse num inglês dificil de se entender :
- Vai ficar pior. Isso é só o começo.
Olhamos um para o outro, sem dizer nada.
Após alguns segundos, levantei-me, fui até a moto e peguei o laptop.
Voltei para a lanchonete, arrumei uma conexão com a Internet e comecei a trabalhar em 2 tópicos.
Primeiro: dar uma analisada na Temporada de Tornados.
Segundo: revisar previsões do tempo e, mais precisamente, previsão dos ventos para os próximos dias.
Com relação à Temporada de Tornados, estávamos, literalmente, no meio dela. Marquei o assunto para depois, com mais calma, voltar e estudá-lo em detalhes.
Com relação às previsões, o Senhor da lanchonete estava correto: os ventos iam piorar até aparecerem tornados, dentro de 2 ou 3 dias, exatamente naquela região do estado de Arkansas.
Em seguida, analisamos nossa rota planejada para os próximos dias.
Resumindo: as próximas pernas eram mais para o sul. Ou seja, além de mudar um pouco a posição para atacar os ventos (agora um pouco mais pelas costas), estaríamos também fugindo da região dos Tornados.
Resolvemos que valia a pena prosseguir ainda durante aquele dia mais para o sul.
Talvez, até a divisa com o estado do Texas.
Assim, terminamos nosso descanso, conversamos um pouquinho meio que dando força um ao outro e começamos a arrumar a Dedete para enfrentarmos mais um pouco de "trancos e barrancos" (de preferência, só os trancos).
O Senhor da lanchonete, vendo nossa determinação, passou perto de nós e disse :
- Casal corajoso. Mas, vocês estão certos. Sumam daqui.
E, assim, lá fomos nós rumo sudoeste, a caminho do Texas.
Imaginamos seguir por umas 100 milhas e, no dia seguinte, tentar mergulhar mais ainda para o sul do país.
Nossa decisão se mostrou boa.
Os ventos agora nos pegavam mais pelas costas (vento em popa) e afetavam menos a estabilidade na moto.
A Dedete se mostrava razoavelmente estável, mesmo naquelas condições.
Assim, cuidadosamente, conseguimos vencer 140 milhas até a cidade de Texarkana, divisa com o Texas.
Encontramos um hotelzinho na beira da estrada.
Banho, uma saladinha e sono.
Antes de dormir, disse baixinho para a Paula :
- Linda, falhei. Me preocupei com tantas coisas e não dei a devida atenção ao nosso velho conhecido vento, aliado em tantas travessias.
Interessante como , às vezes, só às vezes, nos esquecemos de valorizar o que está bem próximo a nós e só nos preocupamos com o desconhecido.
6.4.09
O Ventilador que virou Turbina


Após conhecermos a Residência dos Presleys, demos uma volta por Memphis (nada de muito especial) e resolvemos seguir para onde estávamos nos sentindo bem à vontade: as estradas.
Saímos de Memphis, atravessamos o lendário Rio Mississipi e entramos no Estado de Arkansas.
Em outra mensagem, mencionei os ventos e a dificuldade de se manter a moto estável nessas condições.
Pois bem, em Arkansas a situação se tornou bem séria.
Os ventos aumentaram muito, vindos do Norte.
Como nosso sentido era Oeste (para o Texas), esses ventos nos pegavam de lado, causando mais instabilidade ainda na moto.
Estava ficando muito dificil manter uma velocidade razoável nessas condições.
Chegou num ponto em que fui para o acostamento pois começava a atrapalhar o fluxo de veículos na Highway (I-40). Estava desenvolvendo ridículas 35 milhas por hora.
Pior ainda, o vento não era constante. Então, as rajadas nos pegavam de surpresa.
Para completar o cenário caótico, estávamos sendo ultrapassados por caminhões enormes, que causavam turbulência e mais instabilidade ainda na moto.

No meio dessa dificuldade toda, lembrei-me das velejadas em alto-mar, implorando por ventos, de preferência de lado (través). Ou seja, aquilo que sempre sonhávamos (ventos fortes de través), hoje nos causava tanto desconforto e, por que não, medo mesmo.
Na vela, aprendemos a estimar a força do vento pela formação da superfície do mar.
Agora, aproveitava esse ensinamento e, toda vez que passávamos por algum lago, olhava para a superfície tentando calcular o que estávamos sendo submetidos. Nossos cálculos apontavam para ventos de 20 nós e rajadas de 25 nós. Uma verdadeira bagunça em pleno interior de Arkansas.
Os pescoços começavam a sofrer os "trancos" do vento. Doiam muito.
Paramos diversas vezes para descansar. Só que o vento era tão forte que tínhamos que segurar a moto, mesmo parada. Ou seja, muito pouco descanso nessas condições.
Devagar e, literalmente, aos trancos e barrancos conseguimos chegar a Little Rock.
Nosso objetivo não era dormir nessa cidade. Porém, estava tão dificil avançar que ponderamos ficar por aqui por uma noite. Já eram 14:30.
Estávamos esgotados e com fome.
Nessas condições, resolvemos entrar numa lanchonete qualquer, descansar um pouco, comer e decidir o que faríamos por aqui.
Enquanto a Paula fazia seu pedido, me lembrei que durante os estudos para essa viagem tinha encontrado alguma coisa sobre a Temporada dos Tornados nos EUA.
Não me lembro bem porque, mas não dei muita importância a esse assunto..........
Elvis - byMP
Nosso destino: Graceland.
Considerada patrimônio histórico, a residência de Elvis Presley é a segunda mais visitada nos EUA, só perdendo para a Casa Branca.
A casa é em estilo colonial e pertencia a uma fazenda. Por fora, até que não impressiona muito. Seu tamanho é bem contido, considerando os padrões das mansões americanas. Em compensação, por dentro ...
Nossa ! Nunca vi nada igual !

Elvis Presley providenciou a decoração da própria casa predominantemente em azul, sem dúvida, sua cor preferida.
Além de uma personalidade excêntrica, percebemos que ele também era dono de um bom e grande coração, pois não excluiu nenhuma cor e muito menos estampa em seus adornos domésticos.
O tapete listrado em fundo vermelho na Sala de Sinuca começava no chão, subia pelas paredes e forrava o teto inteirinho fazendo sanfoninha até o lustre, que também era vermelho, of course.


A cozinha era quase igual as que conhecemos. Tinha geladeira, fogão e mesa. Mas, não é que aquele tapete subiu do sub-solo pela escada e chegou também lá na cozinha ?
Aquele tapete só foi dar sossego mesmo na hora em que chegamos ao famoso “jungle room”.
Após uma rápida observação, pude entender o apelido desse estúdio. Os móveis em madeira eram talhados com desenhos de animais. “Moody Blue” e “Way Down” foram os últimos sucessos do Rei do Rock e brotaram desta sala.
Extravagante ?
Ainda nem falei do avião dele. Cama de casal, sofá para convidados, mesa de jantar para 12 pessoas e lustre. O banheiro com poltrona redondinha – como de barbeiro – e torneiras de ouro. O estofado: azul. O forro do avião ? Adivinha. Não é que o tapete estava ali também ? Ainda bem que Elvis escolheu ser músico !
Uma coisa muito legal que descobrimos foi onde Elvis levou sua filha Lisa Marie para comemorar seu aniversário de 9 anos. A festinha dela foi dentro desse avião com seus amiguinhos, voando e fazendo a maior farra entre baldes e baldes de refrigerante.
Conhecemos também seus carros, motos, macacões e cintos cravados com pedras. Foi um passeio excepcional.

Só foi triste mesmo ver como Elvis acabou.
Em breve, colocaremos algumas fotos desse passeio. Só estamos resolvendo um probleminha com nosso drive externo, onde as fotos estão armazenadas.
Até semana que vem, tudo deve estar resolvido.
Considerada patrimônio histórico, a residência de Elvis Presley é a segunda mais visitada nos EUA, só perdendo para a Casa Branca.
A casa é em estilo colonial e pertencia a uma fazenda. Por fora, até que não impressiona muito. Seu tamanho é bem contido, considerando os padrões das mansões americanas. Em compensação, por dentro ...
Nossa ! Nunca vi nada igual !

Elvis Presley providenciou a decoração da própria casa predominantemente em azul, sem dúvida, sua cor preferida.
Além de uma personalidade excêntrica, percebemos que ele também era dono de um bom e grande coração, pois não excluiu nenhuma cor e muito menos estampa em seus adornos domésticos.
O tapete listrado em fundo vermelho na Sala de Sinuca começava no chão, subia pelas paredes e forrava o teto inteirinho fazendo sanfoninha até o lustre, que também era vermelho, of course.


A cozinha era quase igual as que conhecemos. Tinha geladeira, fogão e mesa. Mas, não é que aquele tapete subiu do sub-solo pela escada e chegou também lá na cozinha ?
Aquele tapete só foi dar sossego mesmo na hora em que chegamos ao famoso “jungle room”.
Após uma rápida observação, pude entender o apelido desse estúdio. Os móveis em madeira eram talhados com desenhos de animais. “Moody Blue” e “Way Down” foram os últimos sucessos do Rei do Rock e brotaram desta sala.
Extravagante ?
Ainda nem falei do avião dele. Cama de casal, sofá para convidados, mesa de jantar para 12 pessoas e lustre. O banheiro com poltrona redondinha – como de barbeiro – e torneiras de ouro. O estofado: azul. O forro do avião ? Adivinha. Não é que o tapete estava ali também ? Ainda bem que Elvis escolheu ser músico !
Uma coisa muito legal que descobrimos foi onde Elvis levou sua filha Lisa Marie para comemorar seu aniversário de 9 anos. A festinha dela foi dentro desse avião com seus amiguinhos, voando e fazendo a maior farra entre baldes e baldes de refrigerante.
Conhecemos também seus carros, motos, macacões e cintos cravados com pedras. Foi um passeio excepcional.

Só foi triste mesmo ver como Elvis acabou.
Em breve, colocaremos algumas fotos desse passeio. Só estamos resolvendo um probleminha com nosso drive externo, onde as fotos estão armazenadas.
Até semana que vem, tudo deve estar resolvido.
5.4.09
I-40 (Tennessee) - Deixará saudades......
Olá Companheiros Duas Rodas,
Saímos de Bristol (Virgínia), cruzamos a divisa com o Tennessee e tocamos pela I-40.
Dia cheio de sol. Estrada excelente (3 pistas), sem vento algum.
Curtimos muito o caminho. Muito verde.
Passamos por Nashville e fomos parar somente em Memphis, tamanha nossa satisfação.
Cruzamos o Estado do Tennessee inteirinho. Não queríamos parar. Estava muito bom.
A Dedete mostra, a cada dia, que está mesmo preparada para grandes travessias.
As "poltronas" do Lúcio e Paula são muito confortáveis e não deixam as "partes inferiores" doloridas.
Fomos terminar o dia num hotelzinho pertinho da entrada de Memphis.
510 milhas de pura diversão.
Hoje, vamos conhecer a Casa do Elvis Presley e dar umas voltas pela cidade.
Sigam conosco !!!!
Pistas Tranquilas.
Saímos de Bristol (Virgínia), cruzamos a divisa com o Tennessee e tocamos pela I-40.
Dia cheio de sol. Estrada excelente (3 pistas), sem vento algum.
Curtimos muito o caminho. Muito verde.
Passamos por Nashville e fomos parar somente em Memphis, tamanha nossa satisfação.
Cruzamos o Estado do Tennessee inteirinho. Não queríamos parar. Estava muito bom.
A Dedete mostra, a cada dia, que está mesmo preparada para grandes travessias.
As "poltronas" do Lúcio e Paula são muito confortáveis e não deixam as "partes inferiores" doloridas.
Fomos terminar o dia num hotelzinho pertinho da entrada de Memphis.
510 milhas de pura diversão.
Hoje, vamos conhecer a Casa do Elvis Presley e dar umas voltas pela cidade.
Sigam conosco !!!!
Pistas Tranquilas.
4.4.09
Quem ligou o Ventilador ?
Olá Amigos,
Hoje, rodamos 360 milhas pelos estados de West Virgínia e Virgínia.
Saímos de Falling Waters - West Virgínia e viemos até Bristol (uma cidadezinha na Virgínia).
Logo ao amanhecer, chuvinha chata.
Olhei as fotos do satélite e parecia que estávamos na ponta de baixo de uma frente fria.
Como nossa direção seria sul, achei que valia a pena encarar e tentar sair da frente.
Não deu outra.
Após uma hora de chuvinha, começamos a encontrar tempo melhor, até encontrarmos céu azul.
Na chuva, aproveitamos para testar a impermeabilidade dos nossos equipamentos. Ficamos muito satisfeitos e secos.
A Dedete (moto) foi segura e impecável no molhado.
Dia ensolarado numa paisagem que começa a mudar para os nossos olhos, acostumados ao inverno forte de Nova York.
Campos já verdes, árvores começando a florir. Muitos ipês brancos na beira da estrada.
É a primavera já mais definida por aqui.
Apesar do tempo firme, muito vento.
Pelos nossos "feelings" de velejadores, acho que rajadas de uns 15 nós.
O problema é que, sobre 2 rodas, isso fica um pouco desconfortável, redobra nossa atenção e nos força a reduzir a velocidade.
Em alguns momentos, parecia que seriamos lançados para longe da moto, tamanha a força em nós.
Mesmo assim, acho que 360 milhas estão de bom tamanho.
Curtimos bastante o dia.
Nos sentimos confortáveis na Dedete.
Gradativamente, vamos nos adaptando à nossa nova casa.
É impressionante como o lar está em nossos corações e não nos tijolos, telhados etc. em que, tradicionalmente, construímos a residência.
Já temos a poltrona do Lúcio, a da Paula, a Oficina, o Escritório etc.
Amanhã, tentaremos chegar bem próximos a Memphis - TN.
Torçam por nós.
3.4.09
West Virginia
E assim, Partimos
O Plano apontava para a largada em 5 de Abril.
Porém, há uns 3 dias, percebemos que todas as pendências poderiam ser finalizadas hoje (2/4/09). Parece até mentira. Bem, quase.
Resolvemos guardar esse momento para nós.
Assim, às 16:00 de 2 de Abril, demos a largada na Aventura "DaQuintaPraNove", quietinhos, só nós.
Muita emoção enquanto preparavamos a Dedete. Uma mistura de alegria, ansiedade, medo.
15:57 - puxei o botão de ignição. Dei um abraço na Paula e agradeci por ela ter aceito entrar "nessa" comigo.
- Vai, coloca aí no Almada (nosso GPS) as coordenadas de "Ribeirão Preto" - disse ela com seu jeito bem objetivo (quando a situação exige).
Deixamos o condomínio às 16:02, margeando o East River, a caminho de New Jersey.
Tarde ensolarada em Manhattan, apesar da previsão de chuva. Que presente !!!
Saímos do condomínio calmamente, como se estivéssemos indo dar uma voltinha. Não deixa de ser. É tudo uma questão de perspectiva.
Cruzamos Manhattan curtindo um "passeio pela ilha".
Cruzamos o Rio Hudson. Demos uma paradinha para contemplar Manhattan e o imponente Empire State Building.
Calmamente, pegamos a estrada.
De repente, o telefone toca.
Para nossa alegria, era o Paulo Almada (pai da Paula). Contei para ele sobre nossa partida antecipada.
E ele, como bom pai, nos desejou "boa viagem"e a proteção de São Cristovão.
E assim, partimos......
2.4.09
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